Mundo inteiro está sabendo que o frágil equilíbrio do clima da Terra foi comprometido graças ao rápido desenvolvimento econômico e tecnológico pelo qual a humanidade vem passando desde a Revolução Industrial. É a primeira vez que uma única espécie coloca em risco a sua própria existência e a das demais viventes no mundo que conhecemos.
Esta realidade não está mais tão distante quanto pensávamos, Dom Eliseu, por exemplo, está na lista de emergência, pois está localizada próximo a linha do Equador, lugar no mundo onde ocorre a maior incidência de raios solares, ou seja estamos na linha de fogo já que a única proteção que tínhamos, a camada de ozônio, está sendo destruída pelos gases liberados no ar a partir das indústrias, carros, e etc (frase muito grande). Seremos os primeiros a sentir os efeitos deste evento que pode levar á extinção da raça humana e de toda a vida deste planeta. Muitas soluções já estão sendo pensadas e descutidas, mas a maioria ainda é inviável.
Em 50 anos apenas um terço da população mundial encontrará água potável para beber, ou seja, mais ou menos 4 Bilhões de pessoas irão passar sede e outras necessidades que esta demanda de água poderá acarretar. Segundo a teoria de um grande filósofo, a Terra é um organismo vivo (GAIA) e uma vez que a ela entrar em colapso irá tentar expulsar a causa de sua doença (aquecimento global) como uma forma de defesa natural. Como Adão e Eva, seremos expulsos do planeta e ele mesmo cuidará de nos eliminar aquecendo a Terra a tal ponto que se torne impossível a existência de vida aqui.
Mas, nem tudo está perdido, assim como pela primeira vez tivemos o poder de causar nossa própria extinção, também pela primeira vez uma espécie tem a tecnologia para evitar o seu desaparecimento do ecossistema terrestre. Apesar de a resistência ainda ser muito grande, vários meios de amenizar os efeitos do “Apocalipse” já estão em funcionamento e também muitas tecnologias estão sendo testadas como: Reciclagem de lixo, utilização de luz solar, economia de água tudo isso nos dá esperança de que um dia o mundo volte a ser como era, se não para nós quem sabe para nossos filhos, netos e para todas as próximas gerações.
Por
Jhones de J. Gomes
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